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Bolsonaro ironiza ‘Ainda Estou Cá’ e questiona Fernanda Torres
27, Fev 2025
Bolsonaro ironiza ‘Ainda Estou Cá’ e questiona Fernanda Torres


Bolsonaro detona Fernanda Torres e
Reprodução

Bolsonaro detona Fernanda Torres e “Ainda Estou Cá”

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ironizou o filme “Ainda Estou Cá” e criticou a atriz Fernanda Torres. A produção, dirigida por Walter Salles, concorre ao Oscar 2025 nas categorias de Melhor Filme em Língua Estrangeira, Melhor Atriz e Melhor Filme. Fundamentado na história de Rubens Paiva, político cassado e perdido durante a ditadura militar, o longa tem gerado debates sobre memória e política no Brasil.

Em entrevista ao Portal Léo Dias , Bolsonaro ironizou a trama e mencionou Rubens Paiva ao ser questionado sobre o filme. “O filme tinha que iniciar comigo”, disse o ex-presidente. Durante a conversa, também citou a cidade de Eldorado Paulista e o guerrilheiro Carlos Lamarca. “Família Paiva, você tem que falar em Eldorado Paulista, a minha cidade. Você tem que falar em maio de 70, quando passou o Lamarca na cidade. Por que o Lamarca achou aquele lugar de guerrilha? Pode ser que não tem zero a ver com o Rubens Paiva”, afirmou.

Sobre o filme, Bolsonaro declarou que não o assistiu e justificou a falta de tempo. “Eu não tenho tempo de ver filme, até ler livro é quase impossível pra mim”, disse. Questionado sobre torcida no Oscar, respondeu de forma genérica: “O brasílico ganha em qualquer lugar”.

Bolsonaro também criticou a atriz Fernanda Torre. O ex-presidente reagiu a uma enunciação da atriz sobre repreensão na produção cinematográfica. “A mensagem ali é política. Ela falou que no meu governo não seria provável fazer aquele filme. Não seria por quê? Eu proibi qualquer filme no meu governo?”, questionou.

Ele também mencionou políticas culturais adotadas em sua gestão. “Eu arrumei a Lei Rouanet, se muito que não tem Lei Rouanet nesse filme. Eu não persegui ninguém. Meu governo não perseguiu ninguém”, alegou.

O filme “Ainda Estou Cá” narra a história de Eunice Paiva, esposa do ex-deputado Rubens Paiva, assassinado pela ditadura militar e do qual corpo nunca foi encontrado. Fundamentado no livro de Marcelo Rubens Paiva, a obra estreou nos cinemas brasileiros em 7 de novembro de 2024 e atraiu mais de 3,6 milhões de espectadores até janeiro de 2025, tornando-se um dos 20 filmes nacionais mais vistos da história.



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